Ir para o conteúdo
Menu principal
Menu principal
mover para a barra lateral
Esconder
Navegação
Página principal
Mudanças recentes
Página aleatória
Ajuda do MediaWiki
Páginas especiais
Destino ao Mato Grosso
Pesquisa
Pesquisar
Aparência
Crie uma conta
Entrar
Ferramentas pessoais
Não autenticado(a)
Discussão
Contribuições
Crie uma conta
Entrar
Editando
Página principal
(seção)
Página principal
Discussão
português do Brasil
Ler
Editar
Editar código-fonte
Ver histórico
Ferramentas
Ferramentas
mover para a barra lateral
Esconder
Ações
Ler
Editar
Editar código-fonte
Ver histórico
Geral
Páginas afluentes
Mudanças relacionadas
Informações da página
Aparência
mover para a barra lateral
Esconder
Aviso:
Você não está conectado. Seu endereço IP será visível publicamente se você fizer alguma edição. Se você
fizer login
ou
criar uma conta
, suas edições serão atribuídas ao seu nome de usuário, juntamente com outros benefícios.
Verificação contra spam.
Não
preencha isto!
==== A Aldeia ==== A ansiedade aumentava a medida que chegava mais perto da aldeia. Chegamos à primeira casa, a cozinha era separada. Ali havia um aipim muito grosso. O piloto Juracir (chamado de "cumpadre" pelos índios) ganhou alguns. Queríamos comprar artesanato, mas não foi preciso comunicar aos índios. Assim que chegamos a índia que morava na casa ofereceu pulseiras e colares. Compramos alguns. Mostrou também uma rede toda feita de fibra de buriti, muito linda, mas como o preço era 6.000,00, barato por sinal, foi impossível comprar. Pagamos e seguimos. Quando chegávamos à segunda casa, Uataú gritou alguma coisa em sua linguagem e logo apareceu uma índia com artesanato na mão. Compramos duas cabaças Cr$ 200,00 cada. Ali pudemos olhar o interior da casa, onde tinha esteiras no chão onde algumas crianças estavam deitadas, o fogão era algumas pedras encostadas, restos de comida pelo chão, louça suja, algumas redes penduradas e uma série de outros trastes pelo chão, inclusive adornos de festas e arcos e flechas. Todas as choupanas da aldeia eram neste estilo, desorganizadas e com mau cheiro. Continuamos, um índio jovem estava sentado debaixo de uma árvore fazendo uma boneca de madeira, mais adiante e próximo ao rio um índio limpava um pirarucu de +- 20 kg, usando um machado para tirar as escamas, pegamos algumas. Em vários lugares havia fibra de buriti espalhada no chão pera secar. Sempre que passávamos em frente a uma casa, uma índia vinha oferecer artesanato, compramos pouco (dois mil). Numa casa um índio mostrou alguns adornos, pulseiras de dias festivos. Chegamos ao final da aldeia, um jovem índio estava cobrindo uma choupana com folhas, desceu a escada e veio falar conosco, insistiu em mostrar um cachimbo feito por ele, encheu o saco até, e trouxe o dito, demos uma olhada e elogiamos. Agora voltamos, o pirarucu já está limpo e dois pedaços grandes de filé estão pendurados numa árvore para secar, espécie de bacalhau. Passa uma índia nova i linda ao meu lado, indo para o rio, querendo olhar de novo vou atrás, mas sou chamado pelo Uataú, que nos diz que o barco está mais acima, putzgril. Saímos do centro da aldeia e vamos a um barracão onde estão os adornos maiores das festas, o chefe explica como são usados, são muito bonitos, em frente existe um "pau de sebo", para nós, onde são feitas competições. Terminamos a visita, vamos ao barco. Antes de entrar o chefe chega perto de mim, e fazendo expressão humilde me pede algum dinheiro para comprar mantimentos, estou com pouco dinheiro, puxo a carteira e dou Cr$ 50,00, ele diz que é pouco, dou mais Cr$ 100,00, ele diz que não dá para comprar nada, e pede Cr$ 450, não sei porque esta quantia, não tenho, digo isso a ele e me apresso em direção ao barco. Achei lamentável essa atitude do chefe dos Carajás, os índios dali não tem mais o seu orgulho e altivez, pegara os maus hábitos do homem branco, devido à integração. Deu-me a impressão, não sei se correta, de que havia concordado em nos trazer até ali com o objetivo de vender artesanatos e ganhar dinheiro conosco, e não simplesmente para mostrar a aldeia. O piloto liga a "voadeira" e seguimos, junto vai o filho do Uataú, quer uma carona até a cidade. O rio é enorme, as margens cheias de mato, uma paisagem linda. Atracamos o barco, pagamos o piloto (Cr$ 2.000 ao invés dos costumeiros Cr$ 1.000). Quando descemos, o índio pede dinheiro, o Delmar deu umas cinco ou seis notas de Cr$ 10,00, o índio fica reclamando e nós nos viramos e vamos embora. É meio-dia, vamos até o armazém ver as bagagens e guardamos o artesanato. O dono do armazém nos indica um restaurante onde poderemos comer peixe, já que estamos a fim. Sentamos no restaurante e uma mulher vem nos atender, fazemos o pedido. Quem vem nos servir a mesa é uma moça preta, a qual supomos que não deve conhecer desodorante devido ao forte e desagradável mau cheiro que sai das suas axilas e se infiltra em nossas narinas, fazendo esse órgão dos sentidos reclamar aos donos por esse tratamento desumano. Bem, o negócio aqui é comer, e bastante, já que estamos com muita fome e não sabemos quando será a próxima refeição decente.[[Arquivo:Filhote 2.png|miniaturadaimagem|476x476px|O peixe Filhote é a fase juvenil da Piraíba, um dos maiores peixes de couro do Rio Araguaia e da Bacia Amazônica. (Wikipedia)]] O peixe é um tal Filhote, muito bom. A primeira porção foi brincadeira, a segunda estava boa, a terceira demorou a chegar porque a mulher foi fritar na hora. Comemos bem a excelente comida. Pagamos (Cr$ 500 cada) e saímos. |}
Resumo da edição:
Por favor, note que todas as suas contribuições em Destino ao Mato Grosso podem ser editadas, alteradas ou removidas por outros contribuidores. Se você não deseja que o seu texto seja inexoravelmente editado, não o envie.
Você está, ao mesmo tempo, a garantir-nos que isto é algo escrito por si, ou algo copiado de alguma fonte de textos em domínio público ou similarmente de teor livre (veja
Destino MT:Direitos de autor
para detalhes).
NÃO ENVIE TRABALHO PROTEGIDO POR DIREITOS DE AUTOR SEM A DEVIDA PERMISSÃO!
Cancelar
Ajuda de edição
(abre numa nova janela)
Pesquisa
Pesquisar
Editando
Página principal
(seção)
Adicionar tópico